Para minha vó, “Bom dia” é “Vem almoçar”.
“Boa noite” é “o que você vai jantar?”.
E “Como foi seu dia?” é “o lanche está na mesa”.
O roteiro não muda.
E depois não sabem por que tem tanto idoso abandonado.
Para minha vó, “Bom dia” é “Vem almoçar”.
“Boa noite” é “o que você vai jantar?”.
E “Como foi seu dia?” é “o lanche está na mesa”.
O roteiro não muda.
E depois não sabem por que tem tanto idoso abandonado.
Sabe essas ideias de dominar o mundo que temos de madrugada?
Fizeram eu criar um blog de corrida e um perfil de twitter para esse blog – como podem ver, já nasceu grande.
Visitem-me! http://voucorrendo.wordpress.com.
Sigam-me! @voucorrendo.
Esse aqui, que é o blog oficial, às vezes fica abandonado, não sei que futuro terão os novatos.
Essa é daquelas coisas que a gente conta e ninguém acredita.
Dois homens atuavam como médicos aqui em Goiânia sem nunca terem cursado a faculdade de medicina.
Um urologista e um neurologista.
Atendiam em uma clínica desde 2007. Deviam ser bons – nesse tempo todo nenhum paciente reclamou.
Pois bem, hoje foram presos.
Dizem que ganharam um milhão de reais com essa história, incluindo empréstimos feitos pela Unicred.
Normal seria se tudo terminasse ai.
Eis que hoje a tarde aparece um advogado na delegacia para tentar defende-los.
E…
Se descobre que era um falso advogado!
Notícia completa aqui: Falso advogado de supostos médicos é preso em GO.
Como bem disse uma amiga: nonsense.
Viajarei em dezembro.
Entre os dias 19 e 21, tenho que estar em Florianópolis. Isso é o fato.
O resto é a parte “programação”.
Eu não sei programar nada. Eu não gosto disso. Não sei nem o que vou jantar daqui 5 minutos.
Deixo as coisas acontecerem.
Mas não dá para comprar passagem e reservar hotel na véspera (até que dá, mas gasto mais dinheiro).
A parte da passagem foi mais ou menos fácil. Como têm preços diferenciados de acordo com o dia, comprei as mais baratas.
Ida: 16/12 para Florianópolis.
Volta: 29/12 de Porto Alegre.
Porto Alegre? Sim. Sempre tive vontade de conhecer a capital dos gaúchos.
Hotéis? Ainda não sei. São muitas opções.
Um mais caro, mais chique e em lugar melhor ou um mais barato, porém simpático?
E quando ir para Porto Alegre? Ônibus ou avião?
Vou deixar para decidir esses detalhes quando os dias forem chegando.
Eu sempre funcionei melhor sob pressão.
Não vou me alongar nesse post. Posso cometer injustiças.
Dia 9 de novembro, há 11 dias, portanto, deixei um notebook para conserto na Eletrosystem, em Goiânia.
Liguei lá hoje. Depois de a atendente dizer “vou verificar” e desligar o telefone por três vezes, na quarta me informou que “ainda não há nenhuma posição em relação ao computador”.
“Talvez amanhã”.
Amanhã é sábado. Claro que acreditei.
Onze dias.
Não fizeram nada.
Em onze dias.
O que posso dizer, até agora, é que agilidade não é uma característica deles.
A loja fica próxima da High Tech – a qual já fiz alguns comentários por aqui. Talvez tenha sido contaminada.

Quase todo mundo já ouviu no início de filmes, seriados ou desenhos, a bem famosa “versão brasileira, Herbert Richards”.
Muita gente se pergunta quem é Herbert Richards.
Agora ele não é mais;
Morreu.
Morre Herbert Richers, pioneiro na dublagem de filmes no Brasil.
Tomara que não tirem a frase das dublagens. Às vezes gosto do que é clássico.

Hoje fui até a livraria.
Livrarias são ambientes agradáveis. É bom passar horas folheando os livros.
Mas hoje estava com um pouco de pressa. Fui logo na atendente.
Quero tal livro.
Ela digitou no computador: o homen que calculava.
- Nunca tivemos esse livro aqui, senhor.
Como mostrar o erro e ser educado? Como não demonstrar arrogância? Como não deixar a ironia transparecer quando a moça da livraria escreve assim?
Fui pelo caminho da dúvida, da ignorância.
“Acho que, nesse título, o autor escreveu homem com “m” no final”.
Bingo! Duas unidades.
Uma veio para minha casa. Gostei. Já passo da página 100.
Há um mês perdi meu cartão de crédito.
Pedi outro. Não chegou.
É dia de pagar a fatura. Esta também não chegou.
Não posso acessa-la pelo site do cartão porque pedem o número do cartão.
Liguei na central de atendimento:
Opção “0″ para perda ou roubo do cartão;
Opção “1″ se não é cliente;
Para outras informações, teclar o número do cartão – pausadamente.
Pois bem. Sou cliente, não perdi o cartão e não tenho o número do cartão para teclar pausadamente.
Preciso de mais opções!
Amanhã vou ao médico.
Preciso escolher a minha melhor roupa.
Será que no mundo inteiro as pessoas têm o costume de ir ao médico bem vestidas?
Nos tempos negros, faziam minha barba e me colocavam até camisa de botões para ir ao psiquiatra.
Acho que amanhã vou de camiseta mesmo.
A velocidade da informação!
A rapidez que a Internet nos trouxe!
E tem até quem já consiga transferir isso para o jornal impresso!
Sobre o show do Lulu Santos em um jornal local: os preços dos ingressos ainda não foram divulgados.
Duas linhas abaixo, os valores de pista e camarote.

O marca-texto é meu.
O original está nesse link.