Claro que já sofri com uma namorada. Não estou falando por uma namorada, mas com uma namorada.
E, quando falamos ‘namorada’, envolvemos também pai, mãe e cachorro. Eu não tenho saco para aguentar torcida contra. E vamos aos fatos:
O pai pensava que eu era um cachorro: eu não podia subir na cama. No máximo, no sofá. E meu nome era “cara”.
O cachorro pensava que minha perna era uma cadela. No cio. Trepava em mim o tempo todo.
A namorada pensava que eu era o cara perfeito das duas primeiras semanas. Claro que não! Nas duas primeiras semanas, quando estamos a fim, somos perfeitos mesmo. Depois a realidade aparece. E as mulheres até hoje não entendem isso.
E, finalmente, a mãe, pensava que eu era um capacho abstênio. Capacho porque eu levava a família ao supermercado. Abstênio porque não podia ficar longe dos olhos dela depois da meia noite.
Durou quase um ano.
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Novembro 7, 2008 às 1:49 pm
meu heróiiiii!!